domingo, 28 de abril de 2013

Memória a Araucária

Vejo uma Araucária; 
solitária pela janela; 

Tomando sozinha uma fria geada, 
e me pego pensando 

Na tristeza que abete sobre ela. 
ao ver suas irmãs e irmãos.

Cortadas e ostentadas 
em restaurantes e salões. 

Tempos atrás; 
em suas sombras, 


Nascia a Erva Mate; 
que esquentou o tropeiro, 
o jesuíta, maragato e o garimpeiro; 

Seus galhos 
serviu como refúgio da geada, 
Para os Xetás, Xoklengs e Guaranis, 
Até para os Tupys e Tupiniquins. 

Mas hoje, 
A grande e forte Araucária, 
Toma sozinha,
Essa mesma fria geada.


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